Faça parte do canal do Gay1 no WhatsApp. Clique aqui!
Brasil

Público da Parada LGBT de SP está abaixo do esperado, diz PM

Do Gay1 SP

Avenida Paulista (centro de SP) recebe público da Parada, neste ano o tema é “Homofobia tem cura: educação e criminalização! (Foto: Joel Silva)Avenida Paulista (centro de SP) recebe público da Parada, neste ano o tema é “Homofobia tem cura: educação e criminalização! (Foto: Joel Silva)

Policiais disseram que o público da Parada do Orgulho LGBT parece estar menor que o evento do ano passado.

A manifestação, que está em sua 16ª edição, começou por volta das 13h20 deste domingo e ganhou um tom político na abertura em frente ao Masp (Museu de Arte de São Paulo). O tema deste ano é “Homofobia tem Cura: Educação e Criminalização”.

Com menos de uma hora desde o início da parada, não houve qualquer registro de brigas ou crimes pelos policiais que fazem a segurança no local.

Já o atendimento médico prestou socorro a entre 15 a 20 pessoas até por volta das 14h. A maioria dos casos é por excesso de bebida. No ano passado, havia vinho químico sendo comercializado livremente.

“[A Parada] não é só festa, as pessoas precisam se manifestar politicamente. O público gay tem uma maneira divertida e peculiar da fazer política”, disse Thiago Torres, 30, produtor da APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT), que organiza o evento.

Os organizadores e público pedem a aprovação do projeto de lei 122/06, que há seis anos tramita no Senado e pede a criminalização da homofobia. O grupo também quer a aplicação do projeto Escola Sem Homofobia, voltado a professores da rede pública.

Antes do primeiro trio elétrico iniciar o desfile, falaram ao público o presidente da APOGLBT de São Paulo, Fernando Quaresma, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) e o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). Estão na abertura da Parada também o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o ex-ministro do Esporte Orlando Silva e a pré-candidata à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine (PPS).

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo