A chegada de 2026 foi celebrada em grande estilo pela Guapo Fiesta – Edição Delírio, que consolidou sua posição como uma das maiores produções da cena eletrônica nacional. Em um registro detalhado (Assista vídeo à cima) sobre os bastidores da virada que aconteceu no Rio de Janeiro, a diretora artística Amanda Miranda revelou a complexidade logística e o esforço criativo que garantiram o sucesso da experiência imersiva vivida pelo público.
Os números por trás do espetáculo
Para transformar o espaço em um verdadeiro “delírio” visual e sonoro, a produção mobilizou recursos técnicos de escala monumental. Segundo a organização, a estrutura foi projetada para suportar o impacto de uma noite ininterrupta de festa:
- Espaço Físico: Mais de 6.000 m² de cenografia personalizada.
- Palcos: 150 metros de palco total, com destaque para o palco “Apogeu”, que contou com 35 metros de extensão e 80 metros de LED.
- Tecnologia: Mais de 300 metros de painéis de LED de alta definição e sistema de som JBL de última geração.
- Força de Trabalho: Cerca de 2.000 profissionais estiveram envolvidos na montagem e execução do evento.
DNA Artístico: Produção feita à mão
Um dos diferenciais que marcou a virada de 2025 para 2026 foi o foco no trabalho artesanal. Amanda Miranda destacou que os figurinos e elementos cenográficos não foram meras reproduções industriais; eles nasceram de desenhos feitos à mão pelo artista Henrique.
A sustentabilidade também teve papel central, com a reciclagem de peças de edições passadas que foram ressignificadas para o novo conceito. O mascote da festa, por exemplo, foi estilizado com um “terceiro olho” e iluminação especial, tornando-se um dos ícones visuais da noite. Ao todo, mais de 300 figurinos exclusivos foram utilizados pelos artistas durante as performances.
A Jornada Sensorial da Edição ‘Delírio’
O conceito criativo da festa foi estruturado para guiar o público por quatro níveis de percepção: Realidade, Convite, Clímax e Êxtase. Essa narrativa foi reforçada pelas aberturas coreografadas para os DJs residentes Mário Beckman e Adham, que incluíram, pela primeira vez, a participação de bailarinas clássicas de ponta, unindo o erudito ao house contemporâneo.
A experiência começou logo na entrada, com um túnel imersivo projetado para desconectar o folião do mundo exterior e introduzi-lo na atmosfera da Guapo. Com efeitos especiais coordenados e uma cenografia de impacto, a edição de Réveillon reafirmou o compromisso da marca em entregar mais do que uma festa, mas um universo de celebração e arte.
