Polícia Civil de SP investiga Ratinho por supostos crimes de LGBTfobia no SBT

Apresentador é alvo de inquérito após três episódios polêmicos em um intervalo de 60 dias; emissora e defesa não comentam.

SBT repudia falas do apresentador Ratinho, processado por Erika Hilton por transfobia. (Foto: Reprodução)
Polícia de SP abre inquérito contra Ratinho por casos de LGBTfobia em programa do SBT. (Foto: Reprodução)

Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar o apresentador Ratinho por supostos crimes de LGBTfobia cometidos durante a exibição de seu programa no SBT. A investigação, que corre sob sigilo, foi motivada pela reincidência: de acordo com as autoridades, foram registradas três ocorrências do mesmo tipo nos últimos 60 dias.

Em nota oficial, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que o caso está sob a responsabilidade do 7º Distrito Policial de Osasco.

“Demais detalhes serão preservados para garantir autonomia ao trabalho”, declarou o órgão.

O inquérito foi instaurado na última quinta-feira (21) com um prazo inicial de 30 dias para a conclusão, período que pode ser prorrogado caso o delegado responsável veja necessidade. Tanto Ratinho quanto funcionários da produção do programa devem ser intimados a prestar depoimento em breve.

Os três episódios sob investigação

Os casos que motivaram a abertura do inquérito policial já vinham repercutindo no Judiciário e nos bastidores da TV. Relembre os fatos:

O posicionamento do SBT e da defesa do apresentador

Até o momento, os envolvidos têm evitado manifestações públicas sobre o andamento do caso:

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