Barrado em agenda de Flávio Bolsonaro, pré-candidato “Gay de Direita” critica organização

João Pedro Sastre (MDB-SP) desabafou nas redes após não conseguir entrar em encontro no Guarujá; o pré-candidato à Presidência alegou equívoco e pediu desculpas ao apoiador.

"Gay de Direita" diz que foi barrado, e Flávio Bolsonaro se desculpa. (Foto: Reprodução)
“Gay de Direita” diz que foi barrado, e Flávio Bolsonaro se desculpa. (Foto: Reprodução)

O pré-candidato a deputado federal João Pedro Sastre (MDB-SP), conhecido nas redes sociais pelo perfil “Gay de Direita”, relatou ter sido impedido de entrar em uma agenda do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), realizada na Baixada Santista, em São Paulo, nesta segunda-feira (20).

Em vídeo publicado em suas redes, Sastre externou sua insatisfação após viajar da Baixada Santista até o Guarujá para acompanhar o parlamentar.

“Flávio Bolsonaro está aqui atrás, e eu sou um fiel escudeiro dele (…). Eu me desloquei, vim lá de Santos, atravessei a Balsa, vim no Guarujá, não consegui entrar. Fiquei decepcionado”, declarou.

O pré-candidato do MDB aproveitou o episódio para fazer críticas à estratégia de interlocução da pré-campanha com os eleitores. “Sou apoiador fiel de Flávio Bolsonaro. Mas quero deixar registrado aqui: esse é um dos motivos que talvez faz o Lula ter força. Vai deixar para ter contato com a população quando?”, questionou no vídeo.

Flávio Bolsonaro nega evento aberto e pede desculpas

A publicação motivou uma resposta direta de Flávio Bolsonaro na própria postagem do apoiador. O presidenciável esclareceu que cumpria agenda de produção de conteúdo sobre segurança pública no Porto de Santos e que não se tratava de um ato político aberto ao público.

Mudança de tom e “panos quentes”

Após a interação direta com o líder político, João Pedro Sastre apagou o tom crítico e publicou uma nova imagem declarando apoio irrestrito a Flávio Bolsonaro.

“Flávio Bolsonaro é o amor da minha vida, sempre terá meu apoio”, escreveu o pré-candidato a deputado federal, minimizando o atrito anterior e classificando o ocorrido como um simples “equívoco na entrada”que pode acontecer em qualquer agenda pública.

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