
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protocolou nesta quinta-feira (13) seu plano de governo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), juntamente com o pedido de registro de sua candidatura à Presidência da República. Intitulado “Para o Brasil Vencer o Atraso”, o documento de diretrizes reúne propostas consideradas LGBTfobicas.
Entre os principais destaques da pauta social, o texto propõe a restrição da participação de atletas trans em categorias esportivas femininas.
Embora o documento não utilize explicitamente os termos “trans” ou “transgênero”, a proposta direcionada ao esporte impõe limites claros à inclusão nessas modalidades.
De acordo com o texto, atletas que “não nasceram do sexo feminino” mantêm “vantagens físicas”, mesmo após a realização de tratamentos hormonais. Com base nessa justificativa, o plano prevê a limitação do acesso às modalidades femininas:
“Vamos assegurar que a categoria feminina, da base ao alto rendimento, seja disputada por atletas do sexo feminino”, destaca um trecho do documento enviado ao TSE.
A medida, que na prática impede a presença de mulheres trans em competições femininas oficiais, é defendida no plano como uma forma de proteger a categoria e assegurar a “lisura da competição contra agendas ideológicas”.





