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Rio de Janeiro

Prefeitura de Cabo Frio cria balcão de empregos para população LGBT

Iniciativa da Superintendência de Políticas Públicas LGBTQI+ em breve contará com ações específicas como palestras e seminários sobre empregabilidade.

O atendimento acontece, em um primeiro momento, de forma on-line. (Foto: Pau Barrena/AFP)
O atendimento acontece, em um primeiro momento, de forma on-line. (Foto: Pau Barrena/AFP)

A população LGBTQI+ de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, terá oportunidade de buscar qualificação e disputar vagas de emprego, disponíveis no mercado de trabalho cabo-friense, através do balcão de empregos recém-criado pela Superintendência de Políticas Públicas LGBTQI+.

Os interessados devem preencher um cadastro no link https://bit.ly/328LH0Y e logo após recebem um material específico com orientações para a construção de um bom currículo, como se preparar e se portar em entrevistas de emprego e como se manter no mercado de trabalho. O cadastro do candidato é enviado à um grupo de divulgação e fica disponível para os empresários, que também receberão treinamentos dentro de temas como direito do trabalhador LGTBQI+ e a importância da contratação inclusiva.

O superintendente de Políticas Públicas LGTQI+, Matheus Cardoso, explica que esse é um primeiro momento do programa, que em breve contará com ações específicas como palestras e seminários sobre empregabilidade, mercado de trabalho e direito do trabalhador.

“Depois de implementado e em ação, poderemos expandir o programa com cursos profissionalizantes em parceria com outros programas e instituições”, explicou.

O atendimento acontece, em um primeiro momento, de forma on-line e a intenção é fomentar a contratação inclusiva, reduzir o preconceito no ambiente de trabalho e trabalhar a empregabilidade uma forma geral voltada para a temática LGBTQI+.

Segundo o supervisor de Participação Social da Superintendência, não é nenhuma novidade que os LGBTQI+ sofram com a discriminação e o preconceito no mercado de trabalho.

“Com o aumento da homofobia no Brasil, vemos pessoas LGBTs capacitadas que não tem oportunidades de empregos ou até perdem o emprego por terem chefes preconceituosos. O intuito da criação dessa nova ferramenta é tornar o mercado de trabalho mais aberto para novos profissionais LGBTQI+ e que, por muitas vezes, perdem oportunidades de trabalho por causa da LGBTfobia”, comentou Flávio Barreto.

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